É com grande alegria e satisfação que estamos publicando a nova plataforma virtual dos Parques Estaduais do Rio de Janeiro! Nela você pode conhecer as atrações das 12 Unidades de Conservação, os guias e condutores, as trilhas e atrações do entorno. Cada UC conta com um mapa interativo!
Você também pode se tornar um voluntário, havendo três modalidades para escolher o período e linhas de atuação.
Acesse, conheça!
Parque Estaduais do Rio de Janeiro.
O blog do Mosaico Carioca é um canal aberto de comunicação entre a Sociedade Civil, as Unidades de Conservação e as Áreas Protegidas situadas na zona metropolitana da cidade do Rio de Janeiro. O Mosaico Carioca de Áreas Protegidas faz parte de um programa incentivado pelo MMA com base jurídica através do sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC); e tem como objetivo a integração de ações entre as Áreas Protegidas envolvidas.
terça-feira, 26 de dezembro de 2017
segunda-feira, 4 de dezembro de 2017
Veja o recente lançamento do "Atlas Geografia do Uso de Agrotóxicos no Brasil e Conexões com a União Européia", elaborado pela Profa. Larissa Mies Bombardi da Faculdade de geografia da USP.
Trata-se de um levantamento de dados exaustivo e sem precedentes sobre o consumo de agrotóxicos no Brasil (todos com fontes oficiais) e faz um paralelo com o que acontece na União Européia. Conta com uma introdução sintetizando o trabalho de pós-doutoramento da professora e, a partir da página 67, são mais de 200 páginas com infográficos que esmiuçam, quantificam e facilitam a compreensão do TAMANHO DO PROBLEMA.
Considero de leitura obrigatória, não só para os profissionais das ciências agrárias, saúde e economia, mas para todos os que se alimentam e bebem da água produzidos neste país.... Não querendo ser alarmista, mas já sendo... Só democratizando as informações é que vamos conseguir mudar alguma coisa neste país. O Atlas encontra-se no formato digital para download gratuito no link:
Atlas Geografia do Uso de Agrotóxicos no Brasil e Conexões com a União Européia .
ou para compra no formato impresso, a partir do dia 11/12/2017, no blog:
Compra do Atlas "Geografia do Uso de Agrotóxico no Brasil e Conexões com a União Européia"
Boa leitura!
Trata-se de um levantamento de dados exaustivo e sem precedentes sobre o consumo de agrotóxicos no Brasil (todos com fontes oficiais) e faz um paralelo com o que acontece na União Européia. Conta com uma introdução sintetizando o trabalho de pós-doutoramento da professora e, a partir da página 67, são mais de 200 páginas com infográficos que esmiuçam, quantificam e facilitam a compreensão do TAMANHO DO PROBLEMA.
Considero de leitura obrigatória, não só para os profissionais das ciências agrárias, saúde e economia, mas para todos os que se alimentam e bebem da água produzidos neste país.... Não querendo ser alarmista, mas já sendo... Só democratizando as informações é que vamos conseguir mudar alguma coisa neste país. O Atlas encontra-se no formato digital para download gratuito no link:
Atlas Geografia do Uso de Agrotóxicos no Brasil e Conexões com a União Européia .
ou para compra no formato impresso, a partir do dia 11/12/2017, no blog:
Compra do Atlas "Geografia do Uso de Agrotóxico no Brasil e Conexões com a União Européia"
Boa leitura!
segunda-feira, 11 de setembro de 2017
Com ALEGRIA COMUNICO QUE O 11°CONGRESSO NACIONAL DE SINDICATOS DE ENGENHEIROS APROVOU A SEGUINTE MOÇÃO:
IMPORTÂNCIA DE PRESERVAR A FLORESTA DE CAMBOATÁ
Por meio de relatórios técnicos, palestras, entrevistas e contatos com órgãos técnicos e entidades da sociedade civil, os pesquisadores Rogério Gribel e Haroldo Lima expressaram o seguinte posicionamento quanto à construção de um autódromo no fragmento florestal do Centro de Treinamento de Camboatá:
As florestas em terrenos ondulados de baixa altitude foram suprimidas quase na sua totalidade no município do Rio de Janeiro, especialmente pela facilidade de utilização para atividades agrícolas e pecuárias, bem como pela expansão da malha urbana. O remanescente florestal de Camboatá, entre as cotas de 35 e 50 m de altitude, resguarda uma pequena amostra (cerca de 80 hectares) de um tipo de floresta que praticamente não existe mais na região. Neste fragmento sobrevivem dezenas de milhares de árvores nativas e sua fauna associada. Com base nos dados disponíveis, a área da Floresta de Camboatá revelou ser muito diversificada biologicamente, com presença de espécies vegetais e animais raras, endêmicas e ameaçadas de extinção. A proteção feita pelo Exército Brasileiro deste peculiar fragmento florestal de Camboatá, no meio de um ambiente urbano densamente urbanizado e a beira da Avenida Brasil, é um fato notável. Pela ação do Exército, foram conservadas, até os dias atuais, amostras representativas da imensa biodiversidade que ocorria neste tipo ecossistema.
Por sua localização estratégica na paisagem do Município do Rio de Janeiro, entre os Maciços da Tijuca, Pedra Branca e Gericinó-Mendanha, a Floresta de Camboatá provavelmente funciona como ponto de parada, descanso e alimentação para animais alados (aves, morcegos, grandes abelhas) que se deslocam entre os referidos maciços. Desta forma, as populações destas espécies podem se conectar e, portanto, não ficam geneticamente isoladas. Adicionalmente, esses animais podem promover a movimentação de pólen e sementes entre as florestas dos maciços, minimizando também os efeitos deletérios do isolamento genético para as espécies vegetais. Áreas de conexão, como a Floresta de Camboatá, mesmo se relativamente pequenas, cumprem funções desproporcionalmente importantes para a manutenção da viabilidade genética de populações de animais e plantas nativas nas áreas naturais do município do Rio de Janeiro. Portanto, sua conservação deve ser vista de forma prioritária.
Caso a área seja disponibilizada para outro fim social, o ideal seria considerar o uso da mesma para o lazer da população do entorno e para a conservação do fragmento florestal remanescente, por meio da criação de um grande parque urbano (“Parque Natural Municipal do Camboatá”). As instalações das estruturas de lazer (ciclovias, quadras esportivas, anfiteatros, etc.) poderiam ser feitas nas áreas já desflorestadas circundantes ao fragmento, cerca de 68 hectares somente na área do Campo de Instrução de Camboatá. Seria um espaço importante para as comunidades que vivem nos bairros da Zona Norte e nos municípios da Baixada Fluminense próximos.Concomitantemente, se conservaria a mancha central de cerca de 80 hectares da floresta remanescente, de preferência como área intangível.Desta forma, se conciliaria a conservação do raro fragmento florestal com o incremento da qualidade de vida de milhões de pessoas que vivem no entorno, tão carente de áreas para contato com a natureza, lazer e esporte.
A construção de um autódromo na Floresta de Camboatá levaria a degradação deste importante remanescente florestal, além de gerar altos níveis de poluição sonora em local residencial. Portanto, esta iniciativa nos parece muito inadequada do ponto de vista ambiental e social. Para este autódromo, sugerimos estudos para identificar alternativas locacionais, de preferencia em áreas que já tenham sido ambientalmente degradadas e que sejam afastadas de zonas residenciais densamente povoadas.
Rogério Gribel e Haroldo Lima
IMPORTÂNCIA DE PRESERVAR A FLORESTA DE CAMBOATÁ
Por meio de relatórios técnicos, palestras, entrevistas e contatos com órgãos técnicos e entidades da sociedade civil, os pesquisadores Rogério Gribel e Haroldo Lima expressaram o seguinte posicionamento quanto à construção de um autódromo no fragmento florestal do Centro de Treinamento de Camboatá:
As florestas em terrenos ondulados de baixa altitude foram suprimidas quase na sua totalidade no município do Rio de Janeiro, especialmente pela facilidade de utilização para atividades agrícolas e pecuárias, bem como pela expansão da malha urbana. O remanescente florestal de Camboatá, entre as cotas de 35 e 50 m de altitude, resguarda uma pequena amostra (cerca de 80 hectares) de um tipo de floresta que praticamente não existe mais na região. Neste fragmento sobrevivem dezenas de milhares de árvores nativas e sua fauna associada. Com base nos dados disponíveis, a área da Floresta de Camboatá revelou ser muito diversificada biologicamente, com presença de espécies vegetais e animais raras, endêmicas e ameaçadas de extinção. A proteção feita pelo Exército Brasileiro deste peculiar fragmento florestal de Camboatá, no meio de um ambiente urbano densamente urbanizado e a beira da Avenida Brasil, é um fato notável. Pela ação do Exército, foram conservadas, até os dias atuais, amostras representativas da imensa biodiversidade que ocorria neste tipo ecossistema.
Por sua localização estratégica na paisagem do Município do Rio de Janeiro, entre os Maciços da Tijuca, Pedra Branca e Gericinó-Mendanha, a Floresta de Camboatá provavelmente funciona como ponto de parada, descanso e alimentação para animais alados (aves, morcegos, grandes abelhas) que se deslocam entre os referidos maciços. Desta forma, as populações destas espécies podem se conectar e, portanto, não ficam geneticamente isoladas. Adicionalmente, esses animais podem promover a movimentação de pólen e sementes entre as florestas dos maciços, minimizando também os efeitos deletérios do isolamento genético para as espécies vegetais. Áreas de conexão, como a Floresta de Camboatá, mesmo se relativamente pequenas, cumprem funções desproporcionalmente importantes para a manutenção da viabilidade genética de populações de animais e plantas nativas nas áreas naturais do município do Rio de Janeiro. Portanto, sua conservação deve ser vista de forma prioritária.
Caso a área seja disponibilizada para outro fim social, o ideal seria considerar o uso da mesma para o lazer da população do entorno e para a conservação do fragmento florestal remanescente, por meio da criação de um grande parque urbano (“Parque Natural Municipal do Camboatá”). As instalações das estruturas de lazer (ciclovias, quadras esportivas, anfiteatros, etc.) poderiam ser feitas nas áreas já desflorestadas circundantes ao fragmento, cerca de 68 hectares somente na área do Campo de Instrução de Camboatá. Seria um espaço importante para as comunidades que vivem nos bairros da Zona Norte e nos municípios da Baixada Fluminense próximos.Concomitantemente, se conservaria a mancha central de cerca de 80 hectares da floresta remanescente, de preferência como área intangível.Desta forma, se conciliaria a conservação do raro fragmento florestal com o incremento da qualidade de vida de milhões de pessoas que vivem no entorno, tão carente de áreas para contato com a natureza, lazer e esporte.
A construção de um autódromo na Floresta de Camboatá levaria a degradação deste importante remanescente florestal, além de gerar altos níveis de poluição sonora em local residencial. Portanto, esta iniciativa nos parece muito inadequada do ponto de vista ambiental e social. Para este autódromo, sugerimos estudos para identificar alternativas locacionais, de preferencia em áreas que já tenham sido ambientalmente degradadas e que sejam afastadas de zonas residenciais densamente povoadas.
Rogério Gribel e Haroldo Lima
terça-feira, 4 de julho de 2017
domingo, 2 de julho de 2017
quarta-feira, 28 de junho de 2017
terça-feira, 20 de junho de 2017
Conab abre inscrições para novos projetos do PAA
Organizações da Agricultura Familiar, Associações e Cooperativas interessadas em vender sua produção para a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) devem apresentar suas propostas a partir de hoje (14), até 14 de julho, por meio do sistema PAAnet. A seleção é para projetos de Compra com Doação Simultânea (CDS) do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). O Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA) disponibilizou R$ 50 milhões para o Programa, sendo 38,5 milhões para a modalidade CDS.
A fim de proporcionar uma melhor distribuição dos recursos, o Grupo Gestor do PAA definiu que 60% da verba destinada à Compra com Doação Simultânea será destinada às regiões Norte e Nordeste. Cada organização fornecedora poderá apresentar apenas um projeto, com valor máximo de R$ 320 mil e R$ 8 mil por agricultor.
A Conab irá analisar as propostas considerando os seguintes critérios de participação: mulheres rurais; povos, comunidades tradicionais e assentados; produtores de alimentos orgânicos ou agroecológicos; agricultores de municípios em situação de insegurança alimentar; valores do projeto; e logística de entregas dos produtos. O detalhamento dos critérios está disponível na página da Conab.
Os projetos devem ser apresentadas por meio de associações ou cooperativas com DAP jurídica. Mais informações sobre a elaboração e a inscrição de propostas podem ser obtidos junto às superintendências regionais da Conab em cada estado.
A CDS tem como finalidade o apoio aos agricultores familiares, por meio de cooperativas e associações, a partir da compra de sua produção. Os alimentos adquiridos são destinados ao abastecimento da rede sócio-assistencial e também de Equipamentos Públicos de Segurança Alimentar e Nutricional, como restaurantes populares e cozinhas comunitárias.
segunda-feira, 19 de junho de 2017
No dia 26/06/2017 (segunda-feira), será necessário FECHAR a Pista Cláudio Coutinho
No dia 26/06/2017 (segunda-feira), será necessário FECHAR a
Pista Cláudio Coutinho à visitação para execução de serviços ambientais
previstos no projeto de Manejo das Espécies Exótica Invasoras da Flora. Esse
manejo prevê a substituição gradual das espécies exóticas (não nativas), que
causam grande impacto ambiental, por espécies nativas da nossa Mata Atlântica
com o objetivo de recuperar ambientalmente a área. Nesse dia em especial, também será realizada
algumas podas de alta complexidade, o que colocaria em risco a segurança dos
visitantes durante a execução desse serviço. Mais detalhes sobre os projetos
realizados no MoNa clique aqui.
A decisão de escolher uma segunda-feira para a interdição
teve a intenção de causar o menor transtorno possível na visitação, já que é o
dia de menor movimento na Pista. Além disso a gestão desta Unidade de
Conservação (MoNa Pão de Açúcar) estaria amparada pelo Decreto Municipal nº
30.181/2008 que institui às normas de Visitação das Unidades de Conservação
(UC) municipais, onde em seu Artigo 1º § 1.º prevê o fechamento às segundas
(ANEXO 1).
segunda-feira, 12 de junho de 2017
sexta-feira, 2 de junho de 2017
Movimento Inter-Religioso do Rio de Janeiro completa 25 anos
Na próxima segunda feira, dia 5 de junho o MIR-Movimento Inter-Religioso do Rio de Janeiro completa 25 anos de existência. Nascido na Vigília dá Eco-92 ao longo desse tempo, com a participação de diversas tradições, contribuiu para que a ferramenta do diálogo Interreligioso formasse pontes, aproximando pessoas e mostrando que é possível trabalhar junto na construção de um mundo de paz, alegria, solidariedade, respeito, ...
É tempo de celebrar !!!
Mas como celebrar diante de tantos desafios presente no cotidiano de nossas vidas? Entendemos que é de forma íntima, em família, conversando sobre iniciativas de sucesso realizadas, alimentando a esperança de que é possível construir pontes através do diálogo entre diferentes tradições que compõem o mosaico da diversidade religiosa. Faremos homenagens a personagens que nos ensinar a beleza do Servir e Compartilhar o Sagrado. Com este propósito realizaremos no dia 5 de junho o Chá das Tradições no horário de 16 às 21 h, Rua do Russel 76, Glória, RJ. Destacamos os momentos dá Cerimônia Inter-Religiosas (18h) é o lançamento do CD Gratitude de Athamis Bárbara Barbosa (19 h). Venha curtir este momento!!! Sentiremos honrados com Sua Presença.
terça-feira, 30 de maio de 2017
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